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O mundo Fallout é um cenário anacrônico historicamente "divergente" de nossa realidade e fundamentalmente diferente do nosso universo e de como as leis da ciência funcionam. O conceito básico para tal cenário é um Mundo do Amanhã na metade do século XX, um futuro idealizado sob a ótica da Era Atômica. O mundo Fallout é uma representação satírica e pós-apocalítptica do futuro como visto pelos americanos entre os meados da década de 1940 e o começo da década de 1960.

Cenário

Mundo do Amanhã

O mundo Fallout é cheio de robôs de limpeza doméstica que flutuam pelas casas, e o uso de armas de laser é a norma. Automóveis parecem com veículos de conceito Motorama dos anos 50: grandes máquinas cromadas e de traseira com barbatanas, ainda assim abastecidos com motores de fusão nuclear. Enquanto há muitos computadores de mesa similares aos de nosso mundo (apesar de serem equiparados aos que se tornaram comuns nos anos 80, com gráficos primitivos e capacidades de memória minúsculas), os maiores computadores ainda são equipamentos gigantes e de armazenamento em fita. Entretanto, os modelos mais poderosos são de alguma forma mais poderosos do que os supercomputadores do nosso próprio universo. Estilos de vestimentas, arquitetura, interiores de construções e mobília permaneceram profundamente influenciados pela cultura americana dos anos 50, e estilos populares desse período, como Art Deco e futurismo ainda prevalecem. Pôsteres e avisos também lembram muito tal década. Rádio, ao invés de televisão, ainda é a mais comum forma de mídia em massa, e produtos alimentícios são baseados nos popularizados pela era da TV-de-jantar (como macaroni and cheese em caixa, carne enlatada, Salisbury Steak, conservados de toda sorte, etc.). 

Ao invés do esforço em desenvolver dispositivos eletrônicos miniaturizados, a humanidade após a Segunda Guerra Mundial no universo Fallout investiu seus esforços tecnológicos em supercomputadores enormes (ex.: ZAX supercomputers), depois desbravando o poder do átomo, inventando geradores de fusão nuclear compactos e uma forma melhorada e minimizada de fissão nuclear, bem como robótica, cibernética e engenharia genética mais avançadas do que possuímos hoje em nossa realidade. Isso significava que itens como a power armor e armamento laser poderiam ser construídos, assim como grandes quantidades de rôbos domésticos, usados por muitos americanos antes da Grande Guerra. Muitos dos elementos de tecnologia supracitados ainda continuam funcionando centenas de anos após sua construção.

Uma demonização do Comunismo, comum a ambos os universos durante os anos 50, permanece como parte da cultura básica americana no universo Fallout. Por exemplo, em Take it Back!, o robô Liberty Prime proclama, "Death is a preferable alternative to Communism!" ("morte é uma alternativa preferível contra o Comunismo), uma referência ao slogan jingoístico dos anos 50: "Better dead than Red!" ("melhor morto do que vermelho!").

Divergência história nas cronologias

Os detalhes históricos da Divergence e o momento exato quando ela ocorreu não são precisos. O que se sabe é que aconteceu em algum instante logo após 1945. É difícil especificar a data, porque, até mesmo após a Divergence, as duas cronologias não são completamente distintas. Por exemplo, alguns residentes de Megaton no Fallout 3 ocasionalmente dizem, "Don't let them fool you with their hippie crap," ("não os deixe lhe enganar com essa baboseira hippie", e pichações do lado de fora de Hidden Valley bunker no Fallout: New Vegas contêm slogans anti-nucleares, pró-paz que remetem aos que eram usados na contracultura dos anos 60. Por mais que o termo 'hippie' existisse desde 1945, ele não havia se tornado um vocábulo popular nos EUA até os anos 60 na nossa realidade. Claramente, no universo Fallout, algo similar à cultura anti-guerra hippie surgiu.

Política

FNV Nevada Flag

A bandeira do estado de Nevada, como vista flamulando em frente à casa do Dr. Mitchell.

Há várias diferenças notáveis entre as políticas no mundo Fallout e no nosso.

Política Americana

Os Estados Unidos mudaram drasticamente após a divergência de temporalidades, como pode ser percebido pela bandeira americana. Em algum ponto entre 1945 e 1969, os cinquenta estados foram consolidados (e no caso da Califórnia, divididos) em 13 commonwealths (palavra que seria melhor traduzida como "comunidades", mas podem ser considerados estados de poder mais autônomo), apesar de que, aparentemente, os próprios estados mantiveram um certo grau de soberania, a se julgar pela bandeira do estado de Nevada ao lado da casa do Doc Mitchell, por exemplo (bem como as várias placas de localidades adornadas com nomes de estados, ao invés de nomes de commonwealths). 

Não se sabe muito sobre políticos após a Divergence, apesar de Richard Nixon, o Presidente dos Estados Unidos de 1969 a 1974 em nosso universo, ser mencionado no Fallout 2. De acordo com o GNN News transcript, um presidente americano sem nome sofreu impeachment em fevereiro de 2075 por violar leis de trânsito a favor de pedestres (não se sabe se foi removido do cargo). No entanto, registros haviam sido humorosamente modificado por soldados, então não é possível averiguar tal registro. O registro também menciona que, logo após o Presidente ter abandonado diálogos diplomáticos internacionais sobre petróleo, "a economia americana viu seu maior crescimento desde a Era Reagan". Isso sugere que Ronald Reagan foi Presidente nos anos 80.

Da mesma forma, não se sabe muito sobre a política americana no universo FalloutDaniel Bird, Jack SmithArgyll mencionam "Republicanos" (em Fallout 2, Fallout 3 Fallout: New Vegasrespectivamente), o que sugere que o Partido Republicano americano ainda existia de alguma maneira no universo Fallout.

Jack Smith também dá sinais de que o Partido Democrático existiu após a Divergência, quando menciona que ele nunca votaria "por nenhum daqueles comunistas liberais beatniks."

Segregação racial parece ainda ter existido durante a Divergence, pelo menos visivelmente no âmbito militar, como era o caso com o tenente Thomas Morgan. Direitos civis femininos pareciam ter progredido, bem como maior acesso de mulheres à aura militar, como visto na simulação Anchorage Reclamation.

Os Estados Unidos da América parecem ter declarado guerra ao Vietnã, já que comentários sobre o assunto podem ser ouvidos durante a sequência inicial do Fallout Tactics. Não se pode afirmar quando a guerra fora declarada ou qual teria sido a situação derradeira dela. Em nossa cronologia, os Estados Unidos nunca realmente declararam guerra ao Vietnã, apesar de vastos envios de tropas terem sido feitos entre 1965 e 1973.

Política Global

A União Soviética ainda é uma entidade política na cronologia da Grande Guerra. Em nosso mundo, ela se dissolveu em 1991, com a Rússia e as várias repúblicas soviéticas se tornando nações independentes novamente.

A República Popular da China ainda lembra a China do nosso mundo durante a liderança de Mao Tsé-Tung, e aparentemente o país nunca passou pela liberalização e reforma para livre mercado que aconteceram no mundo real após a reprimenda do governo americano a Pequim nos anos 70.

Washington, D.C.

A configuração de cidades no universo Fallout difere do nosso. Washington, D. C., por exemplo, é similar à sua contraparte real em termos de edificações notáveis e suas localizações, bem como design urbano geral, mas há mudanças notáveis.

  • Boa parte da arquitetura contemporânea pré-Guerra é de estilo Art Deco dos anos 40 e 50, e também modernista dos anos 50 e 60.
  • Os arranha-céus que definem Arlington, VA em nossa realidade, não existem no universo do jogo.
  • Edificações como o Smithsonian National Air e o Space Museum foram substituídas pelo Museum of Technology.
  • Bustos de pessoas aparentemente famosas no mundo Fallout, mas não no nosso, podem ser vistas em vários prédios.
  • O Capitol tem apenas uma escadaria na parte frontal, ao invés de duas.
  • O Mall (área central de Washington, onde o Capitol e o Monumento Washington são localizados) é menor e mais comprimido do que o real.
  • As conexões de metrô são diferentes; há menos linhas de metrô e as paradas são diferentes (no Fallout 3, há 3 linhas: vermelha, branca e azul; enquanto na estação real, há seis: vermelha, laranja, amarela, azul, verde e prata).
  • O Monumento Washington possui um esqueleto de aço, enquanto que o monumento real não possui.
  • O Pentágono está localizado em uma área diferente do universo real: no jogo, ele é localizado às margens do rio Potomac, ao lado da Arlington Memorial Bridge.
  • Uma rede elevada de monorail corre por dentro da cidade. Não há tal rede em D. C. de nossa cronologia.
  • Muitas edificações e memoriais construídos desde os anos 50 e 60 em nossa cronologia (como o Memorial da Guerra do Vietnã, o Memorial da Segunda Guerra Mundial, Nationals' Park, o Kennedy Center e o Newseum) ou nunca foram construídos, ou foram destruídos e totalmente esquecidos.  
  • Fábricas permanecem um tanto comum, como era o caso durante a economia industrial americana dos anos 40-60, e, enquanto era profundamente automatizada com robótica, é relativamente primitiva para os padrões atuais.

Tecnologia

Computadores que ocupam uma sala!

Uma das maiores divergências do universo Fallout é que a miniaturização rápida de computadores digitais nunca ocorreu. O transistor, inventado em nosso mundo em 1947, não foi desenvolvido no universo Fallout até a década logo antes da Grande Guerra, enquanto seu sucessor, o chip microprocessador semi-condutor, pode nunca ter sido criado. Como resultado, computadores digitais em Fallout são todos tape decks de rolo, que ocupam muito espaço. Os computadores pessoais mistos de tubo de vácuo/transistor são muito grandes e densos, enquanto telas são de tubos de raios catódicos monocromáticos, ao invés de paineis planos de cristal líquido como nas telas comuns nos dias de hoje em nosso universo.  Dados são armazenados em holotapes ou holodiscos que armazenam informações eletromagneticamente em imagens digitais tridimensionais. Esses computadores são muito avançados em processamento, o que indica um progresso contínuo na informática (apesar de em um índice mais lento do que em nosso mundo), mas a tecnologia necessária para produzi-los em menores tamanhos nunca surgiu em larga escala: tecnologias como o Pip-Boy e androids requerem eletrônica miniaturizada para funcionarem. Também, sistemas operacionais que usam interface gráfica de usuário (GUI) nunca foram desenvolvidos; apesar de terem aparecido no mundo real nos anos 80. Interfaces de usuário permaneceram em etapas de linhas de comando básico, e menos frequentemente, em interface de voz avançada (como em computadores da ficção científica dos anos 50).

Aparelhos televisores e rádios também falharam em evoluir além dos avanços dos anos 60, e a televisão continuou no mesmo formato monocromático das telas de computadores. Outro exemplo de tecnologia falha em evolução pode ser visto em câmeras. Câmeras no universo Fallout são massivas, com grandes lâmpadas de flash como as que foram utilizadas no final dos anos 50 e nos anos 60. Curiosamente, câmeras CCTV encontradas em jogos Fallout são tão compactas quanto as do mundo real.

Várias referências a upload e download, bem como e-mail e comunicações interligadas, também indicam que, apesar de o mundo Fallout ser carente na maestria de tecnologia microprocessadora, outros aspectos de computação continuaram intactos, como a robótica, o desenvolvimento da Internet, e satélites orbitais de comunicação.

Alcançando o Poder do Átomo

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No mundo Fallout, energia nuclear não era apenas utilizada em bombas atômicas, mas também integrada a reatores nucleares, que se tornaram fonte proeminente de energia. Reatores de fissão nuclear em larga escala que abasteciam cidades inteiras como em nosso mundo também existem por lá, mas em maior quantidade. These power plants were smaller and they often existed underneath towns and cities, such as the one in New York that almost went into meltdown and the powerworks beneath Olney. But similar to our world where more priority was put towards making electronics smaller, more priority was put towards making nuclear reactors smaller in the Fallout universe.

They were reduced in size to the extent that they could be used in roles more typically occupied by internal combustion engines in our world, such as car engines and small electrical generators, or even in fission batteries. Controlled nuclear fusion, a source of energy which is yet to be harnessed by scientists of our world, was developed. Fusion reactors were used to power vehicles and, like fission reactors, were reduced to very small sizes for use in power cells which were the standard for powering medium energy weapons in the military. Many of these pre-War power sources are still functioning around the time of Fallout 3 and Fallout: New Vegas.

One example of functioning mini reactors are the ones in radios and televisions across the wasteland. It is seen in the demo video of Fallout 3, that there is a mini reactor still pumping out energy in a destroyed bus radio. This also explains the lack of power cords on the radios and televisions in the wastes. 

This nuclear obsession of the Fallout world saw nuclear energy and, to a lesser extent, radioactive materials, being utilized wherever possible; even seeing radioactive isotopes added to a type of cola at one point despite the inevitable health risks of ionizing radiation. Their world's obsession with nuclear energy ultimately ended in the destruction of pre-War society.

Along with this proliferation of nuclear technologies came the risk of radiation poisoning during accidental radiation exposure. In response to this threat, radiation treatment and inoculation technologies were developed in the Fallout universe. Such technologies have yet to be realized in our timeline beyond very early experiments.

Tecnologias Militares

Todos os jogos da série Fallout usam uma combinação de armas fictícias e armas similares (ou idênticas) as do mundo real. Os jogos variam em sua fidelidade ao critério e lógica nas suas escolhas das quais as armas estão incluídas, bem como algumas das características das armas foram modificadas de seus "colegas" do mundo real.

Armas Nucleares

The development of nuclear weapons in the Fallout world differed from our universe in that the majority of nuclear weapons remained in aircraft-delivered bomb form, while only a minority were miniaturized into warheads and placed atop ballistic missiles. There are a few  examples of a nuclear missile in-game: the Minuteman ICBM in Fort Constantine. Other areas, such as Fort Bannister and the Wheaton Armory, have missile silo doors that are similar to the one found at Fort Constantine but feature no apparent way to launch missiles. This suggests that the missiles in these facilities were launched during the Great War. In The Divide, there are a large number of un-launched ICBM's, suggesting they were prepped for launch, but never got the call during the short period of mass destruction. It is suggested that nuclear-capable countries, such as the U.S. and China, had begun converting their nuclear stockpiles to ballistic missile form by the time of the Great War in 2077. Aircraft-delivered nuclear weapons took the form of the old-style bombs used in the 1940s and 1950s, similar to the Fat Man dropped on Nagasaki in World War II. Although electronic miniaturization was accomplished in the Fallout universe, nuclear bombs of the late twenty-first century still retained the Fat Man-esque shape. However, in New Vegas, Mr. House mentions having defended the city from 77 nuclear missiles, suggesting that the Chinese at least had access to substantial numbers of warheads in missile form. Also, information on the computer terminals found in the Washington DC Museum of Technology would suggest that the American military recomissioned the Delta IX space rockets as nuclear warhead vectors. Additionally, the "Minuteman" series of nuclear missiles (First launched in 1962 in our universe) appear to have also been developed and expanded on in the Fallout world, as "Minuteman XI" missiles appear in both Fallout 3 and Fallout: New Vegas, while the Minuteman III is the latest in our world.

Armas de Fogo

Assault rifles retained designs of weapons that originated in the 1940s and 1950s, such as the AK-47 or G3. There is evidence that despite the diverging timelines, weapons development in the Fallout universe followed a similar path to ours. Picatinny rails (a technology that is only recently been implemented in our universe) as well as weapons such as this grenade launcher and M79 grenade launchers, which were developed around the 1960s for the Vietnam War in our timeline. Handguns also retained similar designs to those of the early 20th century. Heavy weapons, such as missile launchers and the Fat Man, had unique designs such as side mounted foregrips and pneumatic ammunition loading systems. Weapons that seem impractical in our timeline, such as nuclear catapults and man-portable miniguns, were extensively developed in the Fallout timeline and issued to frontline troops. Ammunition calibers that are not common in our timeline, such as the .32 caliber and 10mm, are widely used in the Fallout era, while common ammunition in our timeline, such as .50 BMG, .45 ACP, etc. are rare in the American East Coast but are fairly common in the West Coast.

Armas de Energia

Lasers and plasma guns exist in the Fallout world and are capable of burning targets to a pile of ash or into a liquefied puddle. In fact, they are so ubiquitous, they have entered military service. The AER series of laser rifles and AEP series of laser pistols were notable examples. Automatic laser weapons, such as the Gatling Laser were also developed and saw military service. Most of these energy weapons used microfusion cells, a result of the increased focus on harnessing nuclear power in the Fallout universe. Plasma weapons, who utilized electromagnets and toroids to expel plasma are also very common. There is also evidence of alien energy based weapons such as alien blasters or the famed "death ray" of 1950s pulp fiction and B-movies.

Armas Orbitais

The Fallout universe has three prime examples of orbital weapons. An orbital missile platform in Fallout 3 which can be used via a terminal at a satellite station; Bradley-Hercules, a high explosive missile based orbital platform that destroys Liberty Prime in Fallout 3's expansion pack Broken Steel; and the laser based Archimedes II in Fallout: New Vegas. They both target a position on the surface and can take out any threat. However, dialogue and information in game suggests that an entire network of orbital weapons exists, both nuclear and laser based.  Predefinição:Citation needed

An example of a real-world orbital weapon system was the Soviet 8K69 Fractional Orbital Bombardment System, which placed a nuclear missile re-entry vehicle into low-earth orbit for an indefinite period of time and range, able to launch a strike with unprecedented speed similar to the Enclave's fictional Bradley-Hercules platform. FOBS was phased out in 1982 in compliance with the now-defunct SALT II treaty, which forbade deploying WMDs into Earth orbit.

Robótica

The Fallout universe excelled at robotics technology, to the point that robots permeated pre-War society and served a variety of roles, both military and civilian. Robots walked family pets, retrieved groceries from the store, took care of children, impersonated famous celebrities to the joy of the public and even fought in the military. The types of robots and their physical characteristics varied, ranging from bipedal Protectrons, to tracked and hovering robots like the Robobrain and Mister Handy/Gutsy, to the enormous Liberty Prime robot designed to retake Alaska from the Chinese during the Sino-American War. Robots were often powered by fission batteries and energy cells, meaning many survived the nuclear holocaust of 2077.

Outras Tecnologias

Aeronáutica

Aircraft are not frequently found in the Fallout universe but there is evidence their designs have not changed remarkably since the immediate post-World War II era of the late 1940s and early 1950s. Jet propulsion has been fully developed in the Fallout universe, being seen in civilian and military applications (Both Chinese and American military aircraft can be found). Despite the development of jet power, civilian airliners still use propellers, as evidenced by the aircraft at Camp McCarran in New Vegas.

Human spaceflight has also been achieved in the Fallout timeline, being developed roughly analogous to its development in our universe during the early 1960s. On May 5, 1961, the United States allegedly carried out the first manned space mission, and on July 16, 1969, American astronauts set foot on the moon. By the early 21st century, the early space capsules had given way to manned rockets resembling spacecraft from mid-20th century science fiction. Ballistic missiles, satellite weapons, and reusable spaceplanes were all operating by 2077.

Plástica

Another technological difference between the Fallout universe and our own is the approach taken to plastic polymer use. In the Fallout universe, plastic is far less prevalent than in our own, with glass and metal alloys being the materials of choice. This is likely due to the scarcity of oil in the Fallout universe, which is essential to manufacture plastic. Syringes are glass and reusable, stimpaks come in a glass vial inside a metal casing, etc. Although water seems to come in plastic Polyethylene Terephthalate (PET or PETE) bottles, the shape and size of the bottles themselves suggest they are mainly part of laboratory equipment. Intravenous preparations like RadAway and Blood packs also comes in plastic bags. However, the American military has widely employed plastic polymers - military combat armor is made of advanced defensive polymers, as is the T-51b power armor and later power armor models in the line.

Física em um Universo Divergente

The laws of physics in the Fallout universe are different in certain aspects from our own, bent to reflect the Science! of 1950s pulp science fiction rather than actual 20th and 21st century science  Predefinição:Citation needed. In our world, we know that exposure to high levels of ionizing radiation leads to radiation sickness, cancer, and other deadly conditions. In the Fallout world, however, severe radiation exposure is not always fatal, and it occasionally produces mutations including increased size and, in the case of ghouls, extremely long life span and increased physical durability coupled with an externally decaying body. Classic 1950s horror movies like Them! or Attack of The 50 Foot Woman, in which freak nuclear accidents caused giant ants or people to appear, are good examples of the Fallout universe's whimsical take on basic scientific principles.

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